Corte o cabelo da forma mais ridicula que conseguir, pinte-o de váárias cores(de preferência cores que não combinam, com você e entre elas). Agora pegue as roupas e acessórios da sua infância, as roupas da sua mãe, da sua avó… e se der até da sua bisavó! Quando mais velho, digo, vintage melhor! Junte com as últimas tendências do mundo féééxion e claro, não esqueça de deixar de pentear o cabelo. Agora saia para lugares cools, com gente cool e faça coisas cools. Esnobe quem não é cool, deteste quem não é cool, ria de quem não é cool. Esqueça que, na verdade, a pessoa que deveria ser piada é você. Você que segue todas as tendências e modismos sem nem ao menos incrementar algum vestigio de personalidade, que ao invés de ter uma opinião propria e copia do artista mais hype do momento, porque afinal de contas, pra quê pensar né? Você é tão alternativo! Mas engraçado é que os membros desse seleto grupinho de alternativos descoladinhos são todos iguais. Alienados disfarçados com uma roupa legal. Se você não pensa(e não age!) de forma diferente, não adianta inovar no seu cabelinho cool nem nas suas roupinhas diferentosas, você NÃO é diferente por isso. Você NÃO é alternativo.

voltando

Abril 22, 2008

O blog volta ao centro das atenções, digo, das minhas atenções. Eu tinha decido ficar só no libertine, mas aconteceu alguma coisa e ele saiu do ar, não sei o que é. Na verdade, não procurei nem saber o que era. Então até eu achar um lugar melhor quando eu tiver vontade de escrever alguma coisa é aqui que eu vou escrever. Eu adoraria que tivesse um layout bonito aqui, mas não sei como enviar html pra cá. O libertine não devia ter saído do ar, é uma pena isso, porque ele estava com um layout tão bonito! E eu realmente estava começando (a tentar!) levar ele a sério.

Os últimos dias meus estão variando de felicidade absoluta a uma tristeza ora terrivel, ora extremamente produtiva.
Eu tive bons momentos. Vieram me visitar, umas amigas e minha futura madrinha, e por mais que eu odeie visitas, existem algumas pessoas que conseguem vir na nossa casa, tirar a nossa privacidade e ainda assim serem agradaveis. É bastante incrivel, não é?
Ontem aconteceu alguma coisa realmente ruim. Roubaram a minha casa, perca minha foi só mesmo um celular, mas eu fiquei com medo. Ninguém tava em casa, não aconteceu nada de psicologicamente abalador, porém ser roubado é ruim. Eu não acredito que meu lindo celular, com lindas canções do the libertines vai virar droga para mano vida loka. Dá até nojinho de pensar.
Outra coisa que me vem deixando triste é o fato de eu não ter amigos. Não é aquelas pseudocrises de “socorro, ninguém me ama! vou me cortar e postar foto no fotolog” para poder chamar a atenção. Amigos eu até devo ter, mas sabe aquele amigo diário? Eu não tenho. Eu queria ter um amigo confidente, que fosse meu melhor amigo, e que eu fosse a melhor amiga dele. É ótimo ouvir, com sinceridade, alguém dizendo que você é o melhor em alguma coisa! E quando isso é em algo tão complicado como amizade, nossa! deve ser a coisa mais maravilhosa do mundo. E eu, infelizmente, nunca vou poder sentir isso.
Eu também tenho pensado na nossa existencia. Sobre morte. Isso é uma coisa tão estranha. Eu acredito em tudo – em em nada, ao mesmo tempo. É horrivel ter um futuro preivisivel, mas é pior ainda não o ter. Eu queria alguém que me falasse sobre isso, mas de forma normal. As pessoas falam de morte de uma forma forçada, incomoda e muitas vezes, alienada.
Eu ainda tenho coisa para falar, queria fazer um comentário sobre o caso da menina que (dizem) foi morta pelos pais, ou melhor, pela atenção que estão dando o para isso. Falar sobre a nossa mídia, sobre escola, sobre objetivos e conformação mas eu falo num post próximo. Ficaria muito grande, talvez eu não escreveria tudo o que quero. Até logo, então.

Isto não é um post.

Abril 8, 2008

Dizem que pessoas de sucesso sempre começam dizendo seu nome, então, vou fazer assim. Letícia, prazer. Eu não sou nerd, nem sou cult. Também não sou pop, não sou bonita e muito menos sociável. Ah, eu também não escrevo bem, não falo bem e não me sinto bem. É, eu sou essa negação.

Ah e o blog? O blog também não é nada. É produto do meu ócio. É a reunião de coisas mal escritas que para mim pode significar muito, para você não.  Só isso, termina aqui – ou melhor, começa aqui.